Quem vive em Sintra, Mem Martins, Algueirão ou Rio de Mouro conhece o problema: chega o outono, os vidros amanhecem a pingar e aparecem pontos negros de bolor nos cantos dos quartos. Não é azar — é o microclima húmido da serra somado a casas com isolamento fraco.
Porque é que a Linha de Sintra sofre mais?
A humidade relativa média é das mais altas da Grande Lisboa. Em casas sem isolamento térmico, as paredes frias condensam a humidade do ar interior (banhos, cozinhados, roupa a secar dentro de casa) — e o bolor instala-se.
O erro mais comum: pintar por cima
Pintar diretamente sobre bolor com tinta normal esconde o problema durante 3 a 6 semanas — depois volta, pior. O tratamento correto tem três passos:
- Matar o fungo: lavagem com produto fungicida (não é só lixívia) e secagem completa;
- Isolar: primário anti-fungos que impede a reaparição;
- Pintar com tinta anti-condensação, que mantém a superfície da parede mais quente e dificulta nova condensação.
Hábitos que fazem diferença
- Ventilar 10 minutos por dia, mesmo no inverno;
- Não secar roupa dentro de casa sem desumidificador;
- Afastar móveis 5 cm das paredes frias;
- Extrator ligado (ou janela aberta) durante e após os banhos.
Trate antes de pintar
Fazemos o tratamento anti-humidade e a pintura no mesmo trabalho, com orçamento fechado — em Sintra, Mem Martins, Rio de Mouro e toda a zona.